quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

SUBSÍDIO DE REEIÇÃO NO CHSJOÃO VOLTA AO NORMAL


SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO VOLTA AO NORMAL<PRIMA>

PROPOSTA QUE A ORDEM ENTREGOU AO SEP PARA ESTE NEGOCIAR JÁ QUE A OE NÃO PODE

OS TERMOS DA PROPOSTA OE-SEP<PRIMA>



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A PROPOSTA DA FENSE<PRIMA>

NB - ENTRE AS DUAS VENHA O DIABO E ESCOLHA

AVISO MUITO OPRTUNO:

ANDAM SINDICATOS A COLHER ASSINATURAS EM BRANCO PELO PAÍS PARA DIZEREM QUE REPRESENTAM AQUELES ENFERMEIROS.
RECOMENDAMOS QUE NENHUM DOS NOSSOS ASSOCIADOS DEVE ASSINAR PAPEIS EM BRANCO, SEJAM DE QUEM FOR.
NOSSOS NÃO SÃO, PORQUE AQUI, NÃO SE FAZ ISSO, QUE NÃO É NADA TRANSPARENTE.

POR QUE ENTREGOU A ORDEM DOS ENFERMEIROS AQUELA "proposta" DE CARREIRA ESPECIAL DE ENFERMAGEM AO "CNESE" E NÃO CONTACTOU A "FENSE" SE A COISA ERA PARA SER COMUM?

A ESTA PERGUNTA SÓ A ORDEM E OS SEUS DIRIGENTES PODEM RESPONDER E É, LÁ QUE DEVEM FAZER A PERGUNTA.

A PROPOSTA DE ACT DA FENSE JÁ TEM + 2 REGULAMENTOS: O DA AVALIAÇÃO, O DOS CONCUROS E A FORMA DE COBRIR AS 68.OOO HORAS, UMA VEZ QUE JÁ ESTÃO CONCEDIDAS AS 35 HORAS SEMANAIS PARA OS QUE AINDA PRATICAM 40 HORAS SEMANAIS, COM INÍCIO A PARTIR DE I/7/2018.

A NOSSA PROPOSTA DE ACT, (DA FENSE) CONTINUA VIGENTE, À QUAL NÃO IMPEDIMOS QUE QUALQUER SINDICATO ADIRA.
OS QUE ATÉ A PEDIR SÃO POBRES SERÃO MUITO ÚTEIS AO GOVERNO E  AOS QUE DESCONHECEM O VALOR DE UM ENFERMEIRO, MAS SÃO NÃO RECOMENDÁVEIS PARA OS ENFERMEIROS.


A ORDEM DOS ENFERMEIROS DIZ QUE SIM


A OE DIZ SIM <PRIMA>

DUAS NOTAS MUITO TRISTES E POBRES



DUAS NOTAS MUITO TRISTES

I - Num hospital a Enfermeira chefe não consegue disciplinar as A O que vão em bando, almoçar, deixando o serviço desassegurado, o delas, claro.
Se os doentes precisam da ajuda de uma A O, é um Enfermeiro, porque esses não podem ir em bando e ficar por lá hora e meia, para mais.
Santa vida!
Uma Enfermeira, que pediu anonimato, para que a (patroa) a não persiga, pergunta se isto é boa chefia.
Mas para maior certeza perguntou à diretoria de departamento que, sem pestanejar, respondeu que se não estiver é a Enfermeira que tem de fazer.
Perguntou ao Sindicato dos Enfermeiros - SE e este responde: não façam isso para obrigarem as más chefias a respeitar-vos e atualizarem os seus conceitos de Enfermeiro.

II - Noutro hospital perseguem os delegados sindicais do SE.
Não sabemos como procedem com os outros. Com o SE é- lhes proibido irem afixar literatura sindical, mesmo nos locais destinados a esse fim!
Vamos fazer programas gratuitos no nosso centro de formação, pois custa muito ver as chefias tratarem os colegas ao abrigo de tanta ignorância do que de mais elementar, básico!
Custa muito, a quem sabe.
Não divulgamos nomes nem instituições para não lhes fazermos publicidade gratuita: elas e a quem as escolhe.
Assim não!

domingo, 10 de dezembro de 2017

NOTÍCIAS INTERESSANTES - LER...




MÉDICOS COM ESTATUTO ESPECIAL NA FORMAÇÃO <PRIMA>

NB: Não são apenas os de cá, que se formam cá, para irem para lá; são também os de lá, que se formam cá (sem pagar e ainda recebem), para irem para lá, mal acabam, pois foi para isso, que vieram de lá para cá.

COISAS RARAS?<PRIMA>

ESCLAREÇAM LÁ ISSO <PRIMA>


UM NÃO ENFERMEIRO ATACA A BASTONÁRIA POR SER PSD? <PRIMA>

NB: Nunca tivemos o prazer de ver as bandeiras de qualquer bastonário do PS ou PCP. Ainda bem que esta mostra aquilo que é.
Os outros nunca tiveram a coragem de mostrar o que.
Mas é bom sinal porque a miudagem só atira pedras às árvores com fruto.

COMO NÃO HÁ UMA SEM DUAS...<PRIMA>

Conselho Internacional de Enfermagem elogia trabalho da Ordem dos Enfermeiros

O Conselho Internacional de Enfermagem (ICN), que representa mais de 20 milhões de enfermeiros em todo o Mundo, emitiu um comunicado, a propósito do Fórum Força do Trabalho 2017, realizado pela primeira vez em Portugal, em Novembro, onde reconhece e elogia a actuação da Ordem dos Enfermeiros (OE) portugueses.

O ICN sublinha mesmo que este mandato foi pioneiro, em relação ao resto do mundo, sendo um exemplo do que deve ser a actuação dos reguladores mundiais.

«O Fórum aprovou a abordagem que tem sido adoptada pela OE para melhorar as condições de trabalho dos enfermeiros e reconhece que isso é parte integrante na qualidade da prestação de cuidados de saúde aos doentes», lê-se num dos pontos do comunicado, que resultou do encontro realizado em Lisboa, nos dias 22 e 23 de Novembro.

O mesmo documento regista a preocupação com a previsível carência de 18 milhões de profissionais em 2030, dos quais nove milhões serão enfermeiros, e sublinha qua faltam actualmente 30 mil enfermeiros em Portugal, enquanto que 15 mil destes profissionais portugueses foram recrutados por outros países.

No seu discurso de boas-vindas durante o Fórum Força do Trabalho 2017, a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, realçou a força de trabalho dos enfermeiros. “Estamos a viver um tempo novo na enfermagem em Portugal. Terminou o silêncio, a ausência e a distância. Esta nova equipa da Ordem dos Enfermeiros (OE) prometeu não deixar ninguém sozinho. A promessa, dita assim, parece poética, mas é real. Fizemos já milhares de quilómetros, visitámos centenas de serviços e resolvemos problemas concretos de milhares de enfermeiros. É esta a força do trabalho”, afirmou a Bastonária.



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

DIREITO A FÉRIAS MUDOU


ESTES ACÓRDÃOS, UM DO SUPREPMO E OUTRO DO CENTRAL, AMBOS TRIBUNAIS ADMINISTRATIVOS, ALTERAM, PARA UM GRUPO DE ENFERMEIROS A CONTAGEM DO TEMPO PARA FÉRIAS

ATENÇÃO !!!
Férias integrais ou férias reduzidas a 2 dias por mês de trabalho após regresso?
O regime do direito a férias divulgado pela Circular Normativa n.º 02, de 2015.01.16 (“Efeitos da suspensão do contrato do trabalho por impedimento prolongado no direito a férias”) não é aplicável  aos Enfermeiros integrados no regime de proteção social convergente, nos termos do artigo 15.º da Lei n.º 35/2014. É o que diz a jurisprudência mais recente sobre esta matéria:
“...i) Na interpretação da norma jurídica, sem transcender a linguagem – a letra da lei – entendida esta na sua construção linguística (texto enquanto veículo de um conteúdo), há que determinar o sentido ou espírito da lei – o pensamento legislativo ou ratio legis. Porém, seja qual for o objecto/sentido que se pretenda atribuir à norma, o mesmo só será possível de alcançar validamente se resultar expresso no contexto lógico-literal ou se for definível com base no próprio contexto. Por isso, deve indagar-se a vontade do legislador a partir da letra da lei e respeitando uma interpretação lógica e racional.
ii) O direito a férias constitui um inegável direito fundamental de natureza análoga, sendo-lhe, portanto, aplicável tanto o regime material como o regime orgânico dos direitos, liberdades e garantias.
iii) As normas respeitantes a direitos fundamentais fornecem não só um indirizzo normativo para o legislador, como um indirizzo interpretativo que orienta o intérprete-aplicador.
iv) A ausência de norma especial que se refira aos efeitos das faltas por motivo de doença dos trabalhadores integrados no regime de protecção social convergente relativamente ao direito a férias, em conjugação com o disposto no artigo 15.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho, que é especificamente dedicado às faltas por doença e que determina de forma categórica, no seu n.º 1, que “[a] falta por motivo de doença devidamente comprovada não afeta qualquer direito do trabalhador, salvo o disposto nos números seguintes”, que nada dispõem sobre efeitos no direito a férias, impõe, de acordo com os ditames da interpretação jurídica, a conclusão de que as faltas por doença daqueles trabalhadores ainda que superiores a 30 dias não determinam quaisquer efeitos sobre as férias.
v) À situação de um trabalhador integrado no regime da protecção social convergente que faltou ao serviço por doença por período superior a 1 mês, por força do disposto no artigo 15.º, n.ºs 1 e 6, da Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho, não é aplicável o disposto nos artigos 278.º, 129.º e 127.º da LGTFP... (Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 20-10-2016 – Proc.13317/16)
– negrito nosso.
Por outro lado,
“A ausência de norma especial que se refira aos efeitos das faltas por motivo de doença dos trabalhadores integrados no regime de proteção social convergente relativamente ao direito a férias, em conjugação com o disposto no artigo 15.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, especificamente dedicado às faltas por doença, impõe, de acordo com os ditames da interpretação jurídica, a conclusão de que as faltas por doença daqueles trabalhadores ainda que superiores a 30 dias não determinam quaisquer efeitos sobre as férias.” (Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, de 28-09-2017 – Proc. 0109/17).
Estes dois acórdãos foram proferidos em recursos apresentados pelo MINISTÉRIO DA JUSTIÇA!
Portanto, ao contrário  da orientação que vinha sendo seguida pelos Serviços, “à situação de um trabalhador integrado no regime da protecção social convergente que faltou ao serviço por doença por período superior a 1 mês, por força do disposto no artigo 15.º, n.ºs 1 e 6, da Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho, não é aplicável o disposto nos artigos 278.º, 129.º e 127.º da LGTFP”.
 Nunca é tarde para arrepiar caminho: reconhecer o erro é um gesto de nobreza, se é!
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A CULPA NÃO É DO QUE ELE PENSA MAS DO QUE ELE É



CONTRA FACTOS NÃO HÁ ARGUMENTOS, DIZ A LÓGICA <PRIMA>

NB: «O Homem é o homem e o Gato é um bicho», diz a canção.

A Senhora Bastonária tem garra e nobreza, que investe, no Bastão ou Báculo de onde saem alguns desmancha prazeres.
Ora se Ministro é Médico, Enfermeiro é uma espécie Abelha obreira do SNS.
Quando se tem a noção da realidade e responsabilidade e da nossa posição nessa realidade, é óbvio que temos que lidar com as circunstâncias, uma espécie de movimento da coisa.
E a Bastonária dos Enfermeiros representa o maior grupo profissional do SNS, que carrega o maior volume de problemas, que constituem a problemática, que a não ser intuída pelo Ministro da Saúde, é porque ele não tem noção da realidade, não é?!
Portanto a conclusão é:
Ou o Ministro da Saúde tenta captar a realidade total do Serviço, que Serve (a Saúde, no seu todo);
ou, se não consegue, por razões que só ele conhece, muda-se, juntamente com o Infarmed, que deslocou.
(José Azevedo)

MUDAR PARA MELHOR OU PARA PIOR!?


PARA MELHOR OYU PARA PIOR? <PRIMA>

UM EXEMPLO TRISTE E VERGONHOSO, MAS NÃO ÚNICO


UM EXEMPLO VERGONHOSO<PRIMA>

NB: O famigerado Correia de Campos - quebra-cadeiras - por quem tive a honra de ser demitido duas vezes, do cargo de diretor enfermeiro, que possuia de carreira, aliás, por transição de superintendente para diretor, justamente, por não lhe reconhecer as opções políticas (ele veio subindo da extrema esquerda para a direita), nem a competência que incutiu no meio  (SNS), onde fez asneiras, sem conta, que os Enfermeiros estão a pagar, injustamente, imerecidamente, alterou a lei que permitia os Enfermeiros Diretores serem escolhidos pelos seus Colegas.
Revelou que não devia a conquilha estar sujeita a que, com o método eleitoral, lhe caísse, outra vez ou vezes, um sindicalista, como era o meu caso, num cargo de direção. Está escrito por ele, num dos livros que escreveu (passe a publicidade).
Curiosamente, tendo o conceito que demonstrou ter de um sindicalista, que o é desde 1972 e
Enfermeiro Suprintendente desde 1976, por imposição dos Colegas, sem nunca desrespeitar qualquer das posições, está ele a presidir, eleito por 1 só voto, DE DIFERENÇA - SÓ 1 - ao CES, onde há montes de sindicalistas e bons.
No meu caso, fui eleito com 70% dos votos, um perigo evidente, na ótica ou visão campesina ou campestre.
Cito este exemplo, que é o meu, porque a nomeação por escolha, sempre tendenciosa, de certos Enfermeiros, para lugares errados, dá estes resultados, que o vídeo é exemplifica.
Por exemplo; a minha 1ª demissão, como Enfº Diretor do CHSJ resultou de eu exigir, como membro do Conselho de Administração, que as horas extraordinárias e incómodas, fossem pagas aos Enfermeiros como aos Médicos, em dinheiro, e não em tempo, pois, neste caso, sãos Enfermeiros a pagarem uns aos outros.
Sabem qual era a percentagem?
16% para os Enfermeiros e 76% para os Médicos.
Quando tiver algum tempo disponível relatarei o processo todo.
Sosseguem, dado que o bom exemplo a ter em conta, não sou eu; o exemplo a reter é o processo, em si, e o seu altíssimo significado, para os Enfermeiros, pelas consequências, que lhe estão inerentes.
Se não quiserem entender, não faz mal; eu entendo-(me).
Com amizade,
José Azevedo

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

LEMBRAM-SE DA GREVE DE ZELO E DAS PATIFARIAS QUE VOS (NOS) FIZERAM!?



Pois bem;
A justiça tarda mas não falha!
Estamos a ser solicitados pelo Ministério Público para indicar testemunhas dos vários processos de perseguição, coação, intimidação e outros "ãos".
Finalmente, todos os autores dessas patifarias e desrespeitos aos Enfermeiros grevistas, vão saber, respeitar não só estes Colegas grevistas, como a lei da greve.
Vão afinando as memórias, porque vamos precisar do testemunho das vítimas.
E não tenham medo, pois se alguém vos faltar ao respeito, (temos devidamente identificados os utilizadores do método e os locais da prática do)com ameaças ou coisas assim... podem ter a certeza que as vamos mandar meter na linha.
A justiça tarda mas não falha, como se vê!

Um exemplo dentre muitos



Lembram-se de que nem sabiam o que era GREVE DE ZELO, porque o grevista não conhecia o método, OU NÃO O PRATICAVA?

Como está sempre em aberto a possibilidade de novo recurso a este tipo de greve, ficam desde já, informados/as de que, aqui, na FENSE, cumprimos a lei e o Ministério Público está atento.
Ainda há exemplos salutares, que aliviam a nossa dor e tristeza.

A FENSE

ERA UMA VEZ UMA QUINTA COM VÁRIOS ANIMAIS E 2 GALINHEIROS




Num dos galinheiros o Camarada Napoleão ordenou aos galos que pusessem ovos de ouro.
Era rico e sumptuoso. Não faltava nada que pudesse ser adquirido com os ovos do galo.
Nos outros galinheiros os ovos das galinhas eram pequenos e mal satisfaziam as necessidades internas.
Foi feita a escolha entre os galináceos e alguns ficaram de fora do galinheiro mor.
E não perderam a esperança de voltar.
Enquanto lá estavam (no mor) desdenhavam dos pobres galinheiros, onde os ovos eram parecidos com os de codorniz.
Excluídos, do galinheiro mor, resolveram construir as suas próprias capoeiras, pois não queriam juntar-se aos galináceos de ovos codornizios, porque as suas aspirações são as de ovos de ouro.
Choram e choram a falta dos ovos grandes e de ouro, que os galos parem, a que querem voltar a ter acesso,  pagando os efeitos de andarem a maldizer e desdenhar os ovos pequenos, pois nem esses lhes vêm cair no cesto.
Se ontem diziam tão mal dos ovos pequenos e de quem os punha, por que se vieram meter em capoeiras de tamanho semelhante?
Porque estão a ensair voos mais altos e mais além, visto que são aves de muito sustento e não se contentam com pouco...
E a vizinhança duvida da sua sinceridade, apesar de adotarem como estatuto: 
7 MANDAMENTOS

 E passam o dia a cantar:



              
Tudo o que anda sobre 2 pés é inimigo,
não se esqueçam!...

A música é de D. Fuas e a letra é de Minimus

CÁ SE FAZEM, CÁ SE PAGAM


CÁ SE FAZEM E CÁ SE PAGAM <prima>

NB: depois da bronca que criou e/ou ajudou a criar, com as faltas injustificadas da greve de setembro, que a FENSE decretou regularmente, verificou-se em confronto com o Ministério do Trabalho, que a injustificação das faltas era uma atitude política, que a FENSE SE demonstrou ser.
Não quis (OU NÃO PÔDE) dar o dito por não dito e manteve o jeito de favorecer as instituições "amigas e respeitadoras(?)" dos direitos dos Enfermeiros, continuando na dela, pois recuar, embora correto moralmente, seria politicamente incorreto, como dizem os papagaios.
Como diz o Zé:«Não há bem que não se acabe, nem mal que dure para sempre»!
Não obstante, desejamos à Senhora dr.ª Marta Temido melhores êxitos, do que demonstrou com os Enfermeiros.


<><><><><><>!!!<><><><><>


MARTA TEMIDO CONFIRMA<PRIMA>

A FENSE

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

PULSEIRA ELETRÓNICA NOS HOSPITAIS (CSP!)


PULSEIRA ELETRÓNICA PARA OS HOSPITAIS?! 


NB: tem faltado neste processo de retirar os doentes mais cedo das camas hospitalares, a intervenção da Enfermagem.
Só por si, esta falta da nossa participação Enfermeira, está patente no local e auditório para quem foi proferido o discurso e por quem o proferiu!
Revela, em si mesmo, a falta de organização do SNS.
Quem não se lembrará do que temos dito e escrito dezenas de vezes: {Os doentes permanecem mais tempo nos hospitais porque precisam de cuidados de Enfermagem em quantidade e qualidade idóneas.
A continuidade desses cuidados, que, só para nos contradizerem, classificaram de "cuidados continuados", devia ser de Enfermeiro para Enfermeiro - o do Hospital para o dos Cuidados Primários. 
Tal como nas UCC (Unidade de Cuidados na Comunidade), quando fosse precisa a presença do Médico, os Enfermeiros solicitariam a sua presença, porque requerer a presença Médica é uma qualidade que só os Enfermeiros cultivam.
Não conhecemos o formato e método do Hospital doa Garcia da Orta;
Mas conecemos a dos HUCs de Coimbra velhinha, na sua idade.
A culpa também é dos Enfermeiros que se cobrem com o chavão de má memoria do REPE da COMPLEMENTARIDADE,  que em certas zonas do país tem muitos aderentes e serventes, que nem se dão conta:
1 - Que os cuidados paliativos começam onde acaba a medicina e as suas possibilidades;
2 - A CONTINUIDADE  dos Cuidados Enfermeiros virou "Cuidados Continuados", para manter a ingerência médica, numa área essencialmente Enfermeira e, numa perspetiva da UCC, o Médico só devia aparecer, quando os Enfermeiros não adoradores da COMPLEMENTARIDADE e conhecedores de que a RESPONSABILIDADE ESTÁ ACIMA DA OBEDIÊNCIA, ou seja: Enfermeiros na plenitude do termo.
E não venham com a treta de que não me entendem, porque preferem varrer para debaixo do tapete, a referida responsabilidade enfermeira.
Sem a participação ativa e, em muitas situações, exclusiva dos Enfermeiros, as palavras do Sr. Secretário de Estado da Saúde, não passarão de piedosas intenções e letra morta.

A propósito, e não é para chatear seja quem for, que dirá a isto o Sr. Presidente do CNS, Prof. Jorge Simões?!

Com amizade, 
José Azevedo

sábado, 2 de dezembro de 2017

PROCESSO NEGOCIAL FENSE



PROCESSO NEGOCIAL FENSE <PRIMA>

NB: HOJE 28/11/2017 andamos à volta disto:





Das 40 para as 35 horas semanais


No dia 28 pp discutimos como tapar os furos deixados pela passagem geral das 40 para as 35 horas semanais.

Assim:

Totais 41.346 é o total dos Enfermeiros no SNS.

CITs Com horário de 35 horas semanais são 3.482 Enfermeiros;

CITs com horário de 40 horas semanais são 13.711 Enfermeiros;

Com a redução para as 35 horas semanais haverá uma perda estimada em 68.555 horas semanais;

As 68.555 correspondem a 1976 Enfermeiros, segundo as contas da ACSS;

Mas as Entidades Empresariais baixaram esse total para 1379: curioso, não é!

Os interessados podem encontrar estes dados no blogue o [SERSINDICALISTA.BLOGSPOT.COM], em 28nov2017 - PROCESSO NEGOCIAL FENSE, aqui, portanto.
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COMO TAPAR O FURO DAS 40-35 horas


Propomos como maneira legal e correta de cobrir as necessidades resultantes da redução das 40-35 h semanais a reativação do HORÁRIO ACRESCIDO,   correspondente  a + 1 turno de 7 horas semanais, 42 horas semanais.

Com efeito, o artigo 55 do dl 437/91 de 8Nov, determina esse tipo de horário para Enfermeiros em regime de voluntariado

Por sua vez, o dl 248/2009 de 22 Set, no seu artigo 28 mantém em vigor o dl 437/91 nos seus artigos 43 a 57, abrangendo, portanto o artigo 55.

E ainda, até 30% do total de enfermeiros de cada instituição a autorização desse HA é automática, porque corresponde ao défice normal anual de ausências de Enfermeiros, por vários motivos.
É o não uso desta norma, que resulta no escândalo do elevado número das horas em débito aos Enfermeiros.
Só as más Administrações e a passividade dos Enfermeiros impedem o recurso legal e normal ao artigo 55 do dl 437/91, estudado é aplicado no tempo em que os animais falavam.


ART.º 55º DL 437/91 DE 8NOV.


Artigo 55.º
Regime de horário acrescido

1 - Consideradas as necessidades dos serviços, poderá, por despacho ministerial, ser autorizada a aplicação deste regime, até um máximo de 30% do número total dos lugares de enfermeiro previstos no quadro da instituição, mediante critérios de selecção a divulgar previamente.
2 - Em casos excepcionais, pode esta percentagem ser ultrapassada, mediante proposta fundamentada do órgão máximo de gestão e aprovada por despacho ministerial.
3 - A esta modalidade de trabalho corresponde um acréscimo remuneratório de 37% da remuneração base, o qual só é devido em situação de prestação efectiva de trabalho.
4 - A afectação a este regime depende de declaração escrita do enfermeiro manifestando a sua disponibilidade para o efeito.
5 - Este regime poderá ser retirado com fundamento em deficiente cumprimento das obrigações do enfermeiro, se houver modificação na sua situação funcional ou se cessarem as necessidades que o determinaram, observando-se o prazo de 60 dias.
6 - Os enfermeiros podem renunciar ao regime de horário acrescido com pré-aviso de seis meses.
7 - A remuneração referida no n.º 3 deste artigo releva para efeitos de pagamento dos subsídios de férias e de Natal.
8 - Este regime confere direito a um acréscimo de 25% no tempo de serviço para efeitos de aposentação.
9 - Para efeitos de fixação da pensão de aposentação, a remuneração atribuída em função deste regime é considerada nos termos do Estatuto da Aposentação.
10 - Aos enfermeiros com idade superior a 55 anos que venham praticando este regime há, pelo menos, cinco anos será concedida, se a requererem, redução de uma hora em cada ano no horário de trabalho semanal, até que o mesmo perfaça as trinta e cinco horas, sem perda de regalias.

Fazendo as contas e bem feitas 30% de 41.346 Enf.ºs. são 12.403 Enfºs.;
13.711 CITs em 40h/semanais são, baixando para as 35 horas semanais ficam sem cobertura 68.555h/semanais correspondentes a 1976 Enfºs. para a ACSS e 1.379 para as EPE.
Se os 12.403 praticarem HA com + 7h/semanais terão um total de 86.826.
Se às 86.826 subtrairmos 68.555 horas de défice, temos coberto o défice e um acréscimo de 18.271 horas semanais a que correspondem 522 Enf.ºs a 35h/semanais.

Antes que perguntem, perguntamos nós:
Se a FENSE está a lutar para pôr todos os Enfermeiros a 35 horas semanais, por que propõe 42 horas semanais para 12.403 Enfºs.?
Porque essa é a forma correta e largamente experimentada de acréscimos de horas, já que as 40 horas semanais têm sido gratuitas, além de muitas outras!
Depois, trata-se de um regime de voluntariado que pode reduzir drasticamente as acumulações e as ausências ao serviço, aumentando a produtividade pela maior assiduidade.
Só a cegueira de Administradores injustos para com os Enfermeiros, retirou este tipo de horários para os explorarem de forma escandalosa, com horas necessárias, mas não pagas, arrastando os Enfermeiros das chefias para atitudes inqualificáveis, para com os seus Colegas de profissão, a fim de colmatarem as necessidades que têm.
A proposta da FENSE, em esboço, aqui, leva-nos até ao acréscimo de 522 Enf.ºs.

Ora 37% de 1200€€ = 444€€/mês, por Enfº.
Os 12.403 custarão 12.403X444€€=5.506.932.
Entretanto, a concessão até 30% de HA é automática.
Mas se subtrairmos os sobrantes 522 Enfºs aos 12.403=11.881Enf.ºs. HA a que correspondem 5.275.164€. e não 5.506.932€.
Em conclusão: a pasagem das 40 para as 35 horas semanais implica um custo de 5.275.164€€.
Tendo em conta as contrapartidas e a decência para com os Enfermeiros o que eles podem produzir com a cara alegre (mais alegre) e a satisfação (mais um pouco de) profissional, não é nada incomportável.